blogger


Creative Commons License
Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons.




Jornal do Blogueiro

Diretorio 100% brasileiro




<a href="http://www.bloginspace.com/" target="_blank"><img src="http://www.bloginspace.com/_assets/img/badges/bloginspace_145x100.gif" width="145" height="100" border="0" alt="BlogInSpace.com"></a>






Terça-feira, Junho 30, 2009

Sem medo, mas com receio...

Sabe quando você muda? Você muda quando não tem mais como viver daquele mesmo jeitinho de sempre.

Fiz. Mudei. Assumi o risco.

Do jeito que estava não dava mais. Pressão de todos os lados, papéis que te roubam o crédito, demonstrativos sem tantos dígitos, aquele outro para quitar...

Assumi o risco. Um, dois, três, pulei. Pulei largando a corda de sustentação, o tudo que eu tinha, o pára-quedas. Do jeito que estava não agüentava mais, nem eu, nem ninguém.

Pulei em pé. Esperei o impacto. Respirei. Ar puro. Coisas sendo resolvidas. Coisas pendentes sendo resolvidas. Estabilidade? O direito jogado para a esquerda? Nova perspectivas, novos planos, nova vida vivida longe de quem se ama?

Fiz. Mudei. Assumi o risco. Me cortei.

E como se cura o corte? Como se cura o corte toda segunda-feira de manhã, para sarar no dia anterior à folga?

Não... ainda me machuco.

Está aberta a era da poesia neste blog... para quem bem entender.

posted by : o Administrador desta empresa, uai!
10:52 PM


Quinta-feira, Fevereiro 19, 2009

53 semanas (e alguns dias depois…)

... continuo comendo sem parar! Não que esteja doente, não que esteja sofrendo de algum distúrbio, mas confesso que sou bem glutão quando o assunto é comida.

Tudo bem, um ano se passou e eu já estava preocupado com meu excesso corporal (principalmente ao lado da barriga, formando aquele charmoso pneu de trator), mas agora a coisa está desgringolando de vez! Gente, comer é bom demais!

Você não sabe (ainda), mas neste ano de ausência muita, mas muita coisa mudou (irei relatar aqui, com toda certeza), e eu também mudei. Mudei tipo uns 15 quilos... pra mais! Estou beirando o terceiro dígito na balança, e isso assusta e preocupa.

Quê? Você tem 3 dígitos? E fez alguma coisa para melhorar? Não... hã? Só aumentando? Pois é... você eu não quero escutar. E você? Como conseguiu parar com esta... tendência? Quê? Fechando a boca? Putaqueopariu... mas sério mesmo? Comendo só o quê? Ver... verdura? Só? Uma colher de arroz só? Colher de sopa? Está variando?

Pois eu sei que terá que ser assim, eu sei! Até comecei, confesso, a comer menos, comer mais legumes e verduras, comer só carne de frango assada (esconjuro o credo na pele, satanás sai pra lá) e consegui a façanha de perder um quilo e meio! Tá bom, intercalava, junto com esta “dieta”, uma corridinha (irei falar também) e caminhada... mas vejo que, passados exatos vinte dias deste milagre em formas negativas na balança, voltei ao estado inicial: 98.

E a culpa é de quem? É dele, do porco.


- Morram, porquinhos malditos, morram...


Sábado minha cunhada fez galo-pé! Eu limpei o galo, limpei o pé-de-porco, vi, com os olhos que esta terra há de comer, a sua fritura e sendo adicionado ao galo, vi os temperos caindo na enorme panela e, principalmente, senti o cheiro inebriante e viciante da comida. Como não comer? E como não repetir... duas vezes?

É por isso que eu digo: tudo que é gostoso faz mal.

Agora imagine um mundo inverso ao nosso:

[Doutor] – Vamos ver estes exames... hummm... humm... nossa!
[Paciente] – Que foi, doutor?
[Doutor] – Nossa, estou vendo aqui... a taxa...
[Paciente] – Doutor, pelo amor de Deus, que tá acontecendo?
[Doutor] – Como anda sua alimentação?
[Paciente] – Quê?
[Doutor] – É, me fala o que você está comendo?
[Paciente] – Ah, doutor... muita fruta, verduras no almoço...
[Doutor] – Mais o quê?
[Paciente] – ... bife de peito de frango grelhado...
[Doutor] – Sei...
[Paciente] – ... estou tomando suco de laranja (com adoçante)...
[Doutor] – E o refrigerante?
[Paciente] – Errr... parei de tomar!
[Doutor] – Certo, certo! Bebida alcoólica...
[Paciente] – Tem mais de... um ano que não coloco na boca?
[Doutor] – Um ano?
[Paciente] – É, acho que nem fez um ano, mas é por aí...
[Doutor] – E o pé-de-porco, e o joelho-de-porco, a picanha com dois dedos de gordura...
[Paciente] – ...
[Doutor] – ... e a feijoada completa?
[Paciente] – Ai, meu Deus... não estou comendo nada disso?
[Doutor] – Deste jeito você vai morrer...
[Paciente] – Me passa a lista de alimentos gordurosos de novo que eu perdi a que o senhor me receitou...


Como diria Xuxa, "vamos conhecer o mundo do contrário, tudo é divertido mesmo ao contrário..."

posted by : o Administrador desta empresa, uai!
6:37 PM


Quarta-feira, Fevereiro 06, 2008

Voltei! Voltei? É... acho que voltei...

Senhoras e senhores... tô de volta! E voltei tentando resumir a parada de mais de 30 dias sem blogar...

Férias: saí de férias dia 14 de janeiro, mas recebi a bufunfa (quê? Ah... a mixaria) no dia 11. No dia doze, depois de pagar uma conta aqui, outra acolá (e deixando outras para depois) já estava duro.

Antes da prova da OAB/MG: gastei uma "grana servida" em três livros de direito tributário. Tudo isso para estudar nas férias (inclusive, na praia).

Férias na praia: cheguei em Guarapari (só) com duzentos reais e uma expectativa enorme de conseguir um empréstimo financeiro no caixa-rápido do meu banco. Esta grana serveria para euzinho me embebedar nas areias quentes daquela localidade do Espirito Santo e, inclusive, para pagar a minha parte do aluguel do apartamento. Ah, esqueci de dizer que no sábado, no domingo e na segunda-feira tentei, desesperadamente, fazer esta transação financeira, sem êxito. Quando pensei que estava, literalmente, no "cú do Zé Esteves" (afinal, já estava na praia, sem grana e sem o empréstimo), o banco, na terça-feira, liberou o dinheiro, O DINHEIRO EXATO PARA PAGAR A ESTADIA NA PRAIA. Pensei: fudeu! E não é que fudeu mesmo?

Cerveja na praia: quase não existiu. Quer dizer, existiu, mas de forma bem simplória. Como só estava com R$ 200,00 e a cerveja custava R$ 4,00 (com os 10% do garçon) e a mais barata porção de um peixe qualquer girava em torno de trinta e cinco "reá", fiquei muito, mas muito limitado. Cada sentada no boteco era cinquenta contos, acredita? 'Cá' pra nós: beber cinco, seis, sete cervejas olhando para o mar é muito, mas muito pouco, não é não? Quase morri de sede! Fiz o que pude e o que pude durou exatos 3 dias. Ai ai... como tudo é caro em janeiro!! Ou eu que sou pobre?

Guilherme na praia: meu neném não gostou da areia... nem da água gelada! Ficou só na dele, brincando, longe, de qualquer "areínha" ou "poçinha gelada".

5 dias antes da OAB/MG: peguei para estudar. Para estudar muito! Mas a materia também era muita, muita mesmo e me dava muito sono fudido ficar lendo. Aí eu lia até onde eu aguentava... e dormia o resto! Ah... foi aí que descobri que o remédio de pressão (Atelonol 50) que tomava de noite e de dia (notícia urgente: uma semana antes de sair de férias minha pressão foi lá nas cucuias e os médicos que me atenderam receitaram dobrar a dose... e nesta o sono também dobrou) que me faziam dormir a tarde toda lá em Guarapari, e não a mixaria de cerveja que bebi lá. Graças à Deus!!

A prova: mas foi difícil, viu? Seis questões, sendo que a primeira valia 5 pontos e as outras cinco 1 ponto cada! Estava conversando com uma amiga no MSN, agorinha mesmo, sobre como fazer a prova! Sabe como? Fazendo-a direto na folha de resposta, e não utilizando a folha de rascunho. Uai, porquê? É que não dá tempo para fazer tudo! Fiz a peça na folha de rascunho, a primeira questão e a segunda também. Quando terminei estas três, faltava menos 2 horas para terminar a prova! Aí é a hora da correria: passa a prova para a folha de resposta, correndo e com o "tuím" na mão para não errar! Depois da brincadeira, faltava exatos 40 minutos para euzinho aqui fazer as últimas 3 questões! Pergunta se deu tempo? Li uma, a outra e a última e saí pensando na resposta! Aí foi um tal de mistura um com o outro, larga livro aqui e procura no outro, no outro e no outro que pelo amor do Santíssimo! Sei lá... dia 22 de fevereiro te conto como foi...

O carnaval na roça: aqui em BH não tem carnaval. Em Nova Lima tem, mas quem quer saber de ficar em casa? "Picamos a mula" para São Sebastião do Maranhão, leste de Minas Gerais, para curtir aquela paisagem bucólica, aquela paz, aquele cheirinho de bosta de cavalo. Saímos daqui na quarta-feira, dia 30, debaixo de chuva, mas muita chuva. Quando estávamos no 1/4 da viagem, eis que nos ligam falando que não dava para passar na estrada de terra (ou melhor, era terra, mas com a chuva virou estrada de lama). Pensamos: voltar ou atolar? Votamos por atolar... e atolamos mesmo! O Siena chegou lá na cidade daquele jeito: barro até no... no... escapamento! Atolou, mas chegamos!

A cervejada na roça: muita! Resumindo, muita cerveja geladinha.

A cachaçada na roça: muita! Resumindo, muita cachaça de qualidade.

A churrascaiada na roça: rolou fácil! Tinha cerveja, tinha cachaça e tinha muita, mas muita carne.... e carne de qualidade e o melhor: barata! Vê se pode: fizemos churrasco de filé mignon! Sabe quanto compramos o quilo do filé mignon? Sete reais! Contra-filé? Sete reais o quilo! Costelão? Cinco reais! Agora imagine R$ 30,00 de carne por dia. Isso mesmo... se você pegar a quantidade de carne e dividir pelo fator X do churrasco, vais descobrir quantas cervejas compramos para aplacar nossa sede! Êba!!

Guilherme na roça: ficou mais solto que arroz que mamãe faz! Lá ele se soltou: pisou na terrinha, andou (mesmo) pela praça até não poder mais, comeu muito, tomou muito suco, jogou muita bola (de maracujá). Ele adorou, isso eu tenho certeza.

A volta para casa: foi tranquila. Chegamos ontem por volta das 15:00 horas, depois de ficar sete na estrada. Pegamos um barrinho na saída (são 20 km de estrada de terra) e os outros 380 quilômetros até em casa foi bem legal, estrada boa, poucos carros, movimento tranquilo. Enfim, chegamos bem.

A volta para o trabalho: quarta-feira de cinzas é dia de voltar para trabalhar? Responda com sinceridade...

Ah, para piorar, recebi o contra-cheque agora mesmo! Ai, que vontade de ganhar na Mega-Sena. Será que tá acumulada? Ah, se eu tivesse R$ 1,50 no bolso...

posted by : o Administrador desta empresa, uai!
3:24 PM


Quarta-feira, Janeiro 02, 2008

2007/2008

Primeiro, gostaria de pedir milhões de desculpas aos leitores do blog Gerolino Incorporation pela minha ausência durante o ano de 2007. Foram pouquíssimos textos, foram pouquíssimas atualizações, foram quase "zero" visitas aos blogs amigos, foram praticamente doze meses de uma total inércia de minha parte para com vocês e para com o blog. Existe alguma explicação convincente? Sim, existe! A falta de tempo, desculpa clássica, e o aproveitamento dos escassos minutos entre um trabalho/serviço e outro para dar uma lida em alguma matéria para a faculdade (afinal, no ano de 2007 estava terminando a minha graduação) ou me atualizando para fechar minha monografia (que, modéstia a parte, mereceu a nota máxima).

Foram 365 dias de muita correria, intensa, diria eu, entre estudo, trabalho, casa, Guilherminho... este último a razão de toda esta batalha.

Pensei em escrever alguma coisa alegre sobre o ano que passou, mas percebo, agora, que de alegre, de muito alegre mesmo, foi ver meu filho crescendo num ambiente de muita paz e muito amor. Acompanhei e acompanho todos os momentos dele, todos! Os dentinhos nascendo, ele aprendendo à ficar sentadinho no berço, ele aprendendo à chamar pela mãe, ele fascinado pelos DVD's da Xuxa (que ele fala "schia schia"), ele aprendendo à engatinhar, ele começando à andar, ele falando "papai" com aquela boquinha mais linda deste mundo. Nada neste ano foi melhor que isso, nada! Nem mesmo a notícia que passei na primeira etapa da OAB/MG.


Hehehe! E eu pensando em não prestar aquele exame, hein? Foi uma difícil escolha: fazer a prova, que aconteceu no domingo, dia 09/12/2007, ou ir para o baile de formatura, marcado antecipadamente para o sábado, dia 8. Se fosse ao baile, não iria fazer prova; não prova, sim baile! Decidi dar adeus à festa (eu iria comprar dois convites) e focar a minha atenção à prova, estratégia que deu certo! Agora, dia 27/01/08, vai rolar a prova aberta, e esta aí é osso!

Pretendo levar para a praia (aham... janeiro estou de férias) alguns livros de Direito Tributário. Acho que tem tudo à ver: tributário, camarão, cerveja, sol, mar... eita! Pelo jeito da carruagem, acho que vai dar praia!

posted by : o Administrador desta empresa, uai!
11:07 AM


Sexta-feira, Dezembro 14, 2007

- Uai, papai... que chapéu é este? (*)



Agora sim, acabou! Ontem foi o dia da minha colação de grau, coroação máxima de um imenso cinco anos de estudos na FUMEC e de mais dois na Faculdade de Direito de Sete Lagoas. Olha, e eu pensei que este dia não iria chegar nunca... nunca mesmo! Nestes sete anos de estudos, muita coisa aconteceu na minha vida. Primeiro, em 2000, dezembro, uma prova de vestibular na cidade vizinha: passei! Dois mil e um, universitário. Minha turma, a A de Direito, amigos e colegas que formaram em 2005 (eu inclusive estava prestigiando o evento) e que estão aí, trabalhando na profissão ou não. Saudades deles todos! A viagem de Belo Horizonte para Sete Lagoas foi minha pior inimiga nestes anos que lá estudei: eram, se não me falha a memória, duas horas indo para a faculdade e outras uma hora e pouquinho para voltar... uma viagem totalmente estressante, cansativa, onde tentávamos nos distrair jogando truco, tomando algumas latinhas de cerveja, cantando e contando piadas.

Em 2002, abril, casei. Mudei do Sion para Nova Lima, uma ótima (se não a melhor) cidade da região metropolitana. O que antes era ruim, piorou um pouco mais, pois teria que viajar mais vinte e três quilômetros, do centro de Belo Horizonte, dentro de outro ônibus, para chegar na minha nova residência. Chegava em casa quase uma da madrugada para poder pegar serviço às sete horas da manhã. O vestibular do meio do ano chegou e eu prestei, novamente, para a PUC e para a FUMEC e, naquele momento, não passei em nenhum dos dois. O cansaço de ir e vir, todos os dias, para Sete Lagoas era visíveis nos meus olhos caídos, na minha indisposição, no meu sono atrasado. Neste ano de 2002 as matérias eram mais apertadas, precisava estudar... mas não aguentava. Fui reprovado em Processo Civil, merecidamente. Em 2003 teria que fazer a matéria no sábado, na parte da manhã.

Novembro ou Dezembro, não sei ao certo, mas prestei, novamente, vestibular para o curso de Direito na Católica e na FUMEC. Fiz a prova, que para mim era a última tentativa, última mesmo. Se naquela não desse certo, iria desistir de tentar mudar de faculdade. O legal é que na FUMEC meu nome ficou entre os 30 que "poderiam" ser chamados se houvesse desistência. Desistência? Pois bem... eu desisti, pois em outros vestibulares, havia ficado em melhores colocações e não fui chamado.

Começou 2003, voltei à Sete Lagoas. Na metade de fevereiro, a surpresa: me ligaram da FUMEC. Minha vez havia chegado. Desisti, então, da Fadisete e rumei para a nova faculdade, deixando para trás dois anos de estudos (algumas matérias eu aproveitei).

Novos amigos, novas companhias. Lembro que no começo fiquei muito deslocado... fazia uma matéria, Filosofia. No segundo semestre, a mesma coisa... só depois do quinto semestre que minha grade curricular se igualou aos demais colegas, pois muitas matérias já havia feito na outra faculdade.

Acho que a história é mais ou menos por aí! Para resumir este post feito rapidamente, na FUMEC também fiz amizades, estudei muito, cresci como pessoa. E ontem, acabou mais um ciclo na minha vida... ou começou outro, sei lá!

Ah, formei!

(*) - foi a cara que meu filhotinho fez quando me viu de beca e o chapeuzinho (que tem um nome... que, sinceramente, esqueci!).

posted by : o Administrador desta empresa, uai!
3:38 PM


webdesign
BlogBlogs.Com.Br